Os países menos visitados do mundo



Você gosta de viajar? Gosta de conhecer países novos, França, Estados Unidos, etc..?
Mas tem países que recebem poucos visitantes, alguns pela pobreza, outros por guerras, e que tal conhecer um pouco mais sobre eles?
Confira agora os países menos visitados do mundo:


15 – Dominica: 73 mil turistas ao ano
Por que tão poucos? 
A ilha é pequena, sem muita estrutura turística. O único aeroporto comercial não pode lidar com grandes aeronaves, de forma que a nação é servida apenas por aviões de hélice. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
A selva oferece refúgio a um grande número de pássaros e animais. E a sensação bucólica da ilha/nação talvez seja exatamente o que você pode estar procurando para dias de descanso de tudo e de todos. 


E o que mais é necessário saber? 
Não confundir Dominica com República Dominicana. Ambos os países estão no Caribe, mas eles são muito diferentes. “Compre cocos de vendedores à beira da estrada e mate a sua sede. Basta saber como pechinchar ou você vai ser roubado com altos preços”, aconselha Gunnar. 
14 – Chade: 71 mil turistas ao ano
Por que tão poucos? 
Há instabilidade política e agitação neste país sem litoral e seco, que fica no centro-norte da África. Rebeldes fazem com que grandes partes do país não sejam seguras. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
Se você gosta de aventura e esportes radicais, o país tem locais perfeitos para escaladas. A capital N'Djamena é um grande mercado com alguns edifícios governamentais impressionantes. 
E o que mais é necessário saber?
Mastercard não é aceito em Chade, então leve dinheiro ou cartão Visa. 


13 – República Centro-Africana: 54 mil turistas ao ano
Por que tão poucos? 
O país sem litoral não é muito famoso, sendo ainda um dos mais pobres da África. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
Para fazer passeios de barco em um dos muitos rios no país. Relaxar na capital Bangui também pode ser uma boa pedida. Lá, você vai encontrar cozinha francesa e boas padarias. 
E o que mais é necessário saber? 
Não tire fotos de moradores, a menos que eles lhe deem permissão para fazê-lo. Senão você pode se arriscar a enfrentar uma multidão ameaçadora. 


12 – Djibouti: 53 mil turistas ao ano
Por que tão poucos? 
Segundo Gunnar, o Djibouti (que é um pequeno país do nordeste de África) é um lugar seco e sujo. “Há lixo por todo o pequeno país do deserto.” Mas ele tem litoral com muitas praias. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
“O mergulho é incrível, embora não seja muito acessível”, afirma Gunnar. A vida noturna é animada no fim de semana. Além disso, o ponto mais baixo da África também está no país: o Lago Assal fica a 157 metros abaixo do nível do mar. 
E o que mais é necessário saber? 
Muita gente se reúne no aeroporto para olhar helicópteros por lá, que funciona também como um aeroporto militar.


11 – Tonga: 45 mil turistas ao ano
Por que tão poucos? 
Ela está localizada no meio do Oceano Pacífico. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
A ilha principal é um grande coral cercado por recifes. “O mergulho e snorkel são ótimos! E há ainda a opção de companhias aéreas para chegar até lá”, disse Gunnar. 
E o que mais é necessário saber? 
É uma das últimas monarquias absolutas do mundo. E as festas de Tonga são famosas. Aproveite!


10 – Guiné-Bissau: 30 mil turistas ao ano
Por que tão poucos? 
É um país africano que foi colônia de Portugal (até 1973, quando declarou independência) com uma infraestrutura relativamente pobre. Não tem muitas linhas aéreas ocidentais disponíveis para lá. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
As ilhas Bijagós fora de Bissau formam um arquipélago de cerca de 20 ilhas, onde você pode ver hipopótamos. “Não espere nenhum sinal de vida moderno. A eletricidade é para os fracos”, brinca Gunnar. 
E o que mais é necessário saber? 
“O mercado de peixe de Bissau vai fazer você querer preparar sua própria comida. Basta tentar encontrar uma cozinha”, recomenda Gunnar. A arquitetura de estilo português também é um dos atrativos da capital.


9 – Mauritânia: 29 mil turistas ao ano
Por que tão poucos? 
Oficialmente República Islâmica da Mauritânia, este é um país situado no noroeste da África. A reputação é de que lá só existe muita areia e povos nômades. Mas o país pode guardar boas surpresas. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
“O cemitério para navios na costa norte é incrível, formando o cenário perfeito para você produzir ótimas fotos”, afirma o viajante. Ele também recomenda que os turistas conheçam as cidades e aldeias típicas do deserto. 
E o que mais é necessário saber? 
“Os cartões de crédito não funcionam por lá. Leve dinheiro”, diz Gunnar. O viajante também recomenda pegar uma carona com um dos trens mais compridos do mundo com mais de 200 vagões. “Apesar de ele transportar minério de ferro, os passageiros geralmente podem simplesmente pular em cima da carga”, afirma Gunnar.


8 – Estados Federados da Micronésia: 26 mil turistas ao ano
Por que tão poucos? 
Os Estados Federados da Micronésia formam uma nação insular, composta de cerca de 607 ilhas que se estendem por 2.900 quilômetros pelo arquipélago das Ilhas Carolinas no Oceano Pacífico a leste das Filipinas. A região é remota e não muito bem conhecida, apesar de ser paradisíaca. A United é a única companhia aérea que pode levá-lo para lá. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
“Se você gosta de mergulho próximo a navios naufragados, este é o céu, graças a batalhas ferozes durante a Segunda Guerra Mundial”, afirma Gunnar. O país é relativamente pobre, mas também muito acolhedor. 
E o que mais é necessário saber? 
O dólar americano é usado como moeda, o que já facilita bastante as coisas.


7 – Ilhas Salomão: 23 mil turistas ao ano
Por que tão poucos? 
As Ilhas Salomão ficam no arquipélago da Melanésia, no Pacífico. Ir e voltar dessa região não sé dos trabalhos mais fáceis e baratos, graças à falta de concorrência. Também são muito menos famosas do que outros países vizinhos. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
Mergulho, vela e pesca. 
E o que mais é necessário saber? 
“Não perca o mercado de peixes em Honiara. O iate clube lá é ótimo para uma bebida ou um passeio, é claro”, recomenda Gunnar.


6 – Afeganistão: 17,5 mil turistas ao ano
Por que tão poucos? 
Não há muito para explicar, não é mesmo? Há uma guerra constante no Afeganistão. E o Taliban está nela. Por isso é considerado um turismo de alto risco. 
Por que você ainda pode querer visitar
As montanhas do Afeganistão (imagem de destaque do artigo) são belas e selvagens. Mas elas também são esconderijos para bandidos e terroristas. Por isso, é melhor você esperar até que se torne um pouco mais tranquilo. Quem sabe um dia. 
E o que mais é necessário saber? 
Lembre-se que é necessário obter o seu visto para o país que você vai voltar antecipadamente. “Fazer tudo dentro do Afeganistão pode não ser das tarefas mais fáceis. Dizer que você está no país como turista pode fazer você parecer um mentiroso, por isso, tenha uma boa história”, recomenda o viajante.


5 – Turquemenistão: 7 mil turistas ao ano
Por que tão poucos? 
“O país, situado na Ásia Central, tem a fama de ser o segundo mais maluco do mundo. Depois, é claro, da Coreia do Norte”, afirma Gunnar. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
“Porque louco é divertido!”, diz o viajante, sem especificar o motivo. 
E o que mais é necessário saber? 
Visite a “Porta para o Inferno", que é o apelido de uma imensa cratera flamejante em Darvaza, que fica no meio do deserto de Karakum. “O lugar é fantástico e vale a pena a longa viagem de 3 a 4 horas. Estoque comida e vodka antes de ir, porque você vai querer ficar em uma barraca durante a noite perto das chamas. Elas fazem um som reconfortante”, diz o viajante.


4 – Ilhas Marshall: 5 mil turistas ao ano
Por que tão poucos? 
A United tem um monopólio sobre os voos e sabe como precificar os bilhetes em conformidade. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
“O mergulho em atois exteriores é de classe mundial!”, conta Gunnar. 
E o que mais é necessário saber? 
Não espere encontrar alojamento barato. Não há praticamente nenhum crime lá e você pode até dormir na praia de graça e sem correr riscos.


3 – Kiribati: 4,7 mil turistas ao ano
Por que tão poucos? 
A maioria das pessoas nem sequer ouviu falar sobre Kiribati, que é um país da Micronésia e Polinésia, no Pacífico. A nação não está muito bem coberta pelas companhias aéreas. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
São praias que oferecem atividades como mergulho, pesca e esportes náuticos. 
E o que mais é necessário saber? 
Os 33 atóis do país são tão espalhados que são necessárias 6 horas para voar a partir do atol mais a leste até o mais a oeste com um avião a jato. Mas, se fôssemos juntar todos os atóis, a área total acumulada seria de apenas 811 quilômetros quadrados, um pouco maior do que Nova York (786 quilômetros quadrados).


2 – Somália: 500 turistas
Por que tão poucos? 
A guerra, a pobreza, a fome, a falta de um governo por muitos anos, extremistas muçulmanos violentos, as leis sharia (código de leis islâmicas). A reputação da Somália é extremamente próxima ao fundo do poço. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
O governo começou a funcionar novamente. A capital Mogadíscio é agora relativamente segura e os negócios estão prosperando. A Turkish Airlines até abriu uma rota duas vezes por semana, saindo direto de Istambul. 
E o que mais é necessário saber? 
Vá à praia apenas fora de Mogadíscio ou visite o mercado de Bakaara.


1 – Nauru: 200 turistas ao ano
Por que tão, tão, tão poucos? 
Nauru é uma pequena nação insular no Pacífico. A menor república do mundo cobre apenas 21 quilômetros quadrados. Não há quase nada para ver, pois a maioria da ilha é uma grande mina de fosfato a céu aberto. Apenas uma companhia aérea serve a ilha. Você também precisa de um visto para ser autorizado, mas o país não tem muitas embaixadas no exterior. 
Por que você ainda pode querer visitar? 
As praias que cercam a ilha são lindas. Os recifes de coral ao redor de Nauru tornam o local perfeito para mergulho ou pesca. É possível dar a volta no país tranquilamente em poucas horas. 
E o que mais é necessário saber? 
Este é o único país do mundo sem uma capital. Yaren é a maior comunidade e, portanto, atua como a capital de fato. “Há até um café com internet ao lado da delegacia de polícia, para que você possa atualizar seus status nas redes sociais”, diz o viajante.

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