10 lugares que você não deve conhecer antes de morrer

Talvez você tenha a estranha mania de conhecer lugares bizarros, mas estes destinos estão além do bizarro.
Confira agora 10 lugares que você não deve conhecer antes de morrer:


Grande faixa de lixo do Pacífico
É uma grande lixeira flutuante no meio do oceano Pacífico. Sua área é maior do que a do estado do Texas, nos EUA – embora não tenhamos uma área exata (porque, além de ser flutuante e estar sobre o mar, seu tamanho aumenta todos os dias e grande parte de seu conteúdo está sob a superfície ). As atrações turísticas são uma enorme quantidade de plásticos, lodo químico e outras nojeiras que ficam acumuladas no lugar por causa das correntes marítimas.


Ilhas Izu
Localizadas no Japão, as ilhas Izu são um grupo de ilhas vulcânicas formadas de duas cidades e seis vilas. Como são vulcânicas, normalmente as ilhas são impregnadas com o cheiro de enxofre (que, nessa quantidade, fica extremamente parecido com o cheiro do pum do seu irmãozinho – só que aumentado em umas mil vezes). Recentemente, em 2000, os residentes das ilhas foram evacuados por perigo de erupções, mas retornaram alguns anos depois.


A porta do Inferno
Enquanto cavavam no Turcomenistão, geólogos encontraram, acidentalmente, uma caverna cheia de gás natural – isso em 1971. Com medo de um acidente de vazamento de gás, os cientistas colocaram fogo na caverna, esperando que isso fizesse com que o gás sumisse. O problema é que a caverna vem queimando desde então.


Os jardins venenosos
Localizado na Inglaterra, o Alnwick Poison Garden possui apenas plantas venenosas que podem matar. Ele conta com variedades comuns, que crescem em nossos jardins, até os tipos mais raros de plantas venenosas. Entre elas estão beladona, tabaco e mandrágora – e, atrás das barras, por razões óbvias, são encontrados maconha e coca.


Mina de Asbestos
Lá são encontrados minerais como o silício, que são muito valiosos, mas que causam câncer. Minas desse tipo são tão perigosas que foram proibidas na Europa. Mas, para aqueles curiosos (e corajosos) o suficiente, ainda há esse tipo de mina, como no Canadá.


Ilha Ramree
A ilha é, basicamente, um enorme pântano de água salgada, localizada em Burma, com habitantes nada simpáticos – os crocodilos de água salgada, os mais perigosos do mundo. Também é o lar de mosquitos da malária (e da própria malária) e de escorpiões venenosos. Durante a Segunda Guerra Mundial, a ilha foi palco de uma batalha. Dos mil soldados japoneses que entraram no pântano apenas 20 saíram com vida – e tudo isso por causa dos crocodilos e da malária.


Estrada de Yungas
Também conhecida como “o caminho da morte”, ela fica na Bolívia, a 69 km de La Paz. Ela é conhecida por ser extremamente perigosa e aproximadamente 300 pessoas morrem nela todos os anos. Para dar um ar ainda mais macabro à estrada, cruzes onde aconteceram acidentes fatais estão espalhados por sua extensão. Digamos que se seu carro ficar desgovernado e você cair para fora da estrada, a queda não será pequena – no mínimo o tombo será de 600 metros.


Vulcões de lama do Arzebaijão
Em 2001 a atividade vulcânica no mar Cáspio criou uma ilha completamente nova. Mas o Arzebaijão, que possui uma costa banhada por esse mar, não possui um vulcão sequer – não, pelo menos, no sentido comum da palavra. Lá existem os vulcões de lama (centenas deles), que não são perigosos na maior parte do tempo. A cada 20 anos, em média, um deles explode com uma força incomum e atira chamas para todos os lados e centenas de metros para cima. Em uma erupção as chamas podiam ser vistas a 15 km de distância do vulcão. Pelo visto nem sempre os banhos de lama são muito saudáveis.


A zona da alienação
Localizada na Europa Oriental, a zona da alienação é um raio de 30 km traçado ao redor da área afetada pelo desastre de Chernobyl. Milhares de residentes, na época, recusaram-se a ir embora ou então voltaram para a área posteriormente. Essas pessoas foram morrendo progressivamente e agora restam apenas cerca de 400 pessoas morando na região.


Ilha da Queimada Grande
Esse é um destino nacional. A ilha fica no sul de São Paulo e é praticamente intocada pelos humanos – por ótimas razões, diga-se de passagem. Cientistas acreditam que lá vivam cerca de cinco cobras por metro quadrado. Se as cobras nativas não fossem venenosas o cenário não seria tão ruim, mas as habitantes são as Víboras Pit, responsáveis por 90% das mortes por mordida de cobra no país. O lugar é tão perigoso que você precisa de uma permissão do governo para visitar.

Tecnologia do Blogger.