16 coisas invetadas com finalidades diferentes das que usamos




Estamos acostumados a acreditar que cada objeto tem seu propósito. Só que muitos deles, quando surgiram, tinham uma aparência totalmente diferente da atual, e também serviam a propósitos diversos dos de hoje.
Confira 16 coisas invetadas com finalidades diferentes das que usamos:


 Câmeras digitais
Desde o fim da década de 50 que governos do mundo todo têm enviado satélites espiões para a órbita terrestre. Sempre equipados com câmeras potentes e capazes de capturar imagens de territórios inimigos, esses equipamentos observam não apenas a posição de suas tropas, mas também o desenvolvimento industrial de determinada região.


O problema é que, décadas atrás, a única forma de ter acesso a essas imagens era por meio do filme fotográfico liberado pelo satélite periodicamente na atmosfera terrestre. O processo de recuperação do filme era bastante trabalhoso e, muitas vezes, resultava na perda das imagens.
Em 1976, a NASA colocou um fim nesse transtorno e lançou o satélite KH-1 “Kennan”, equipado com uma câmera óptico-elétrica capaz de transmitir as imagens em formatos digitais. Os fundamentos dessa tecnologia estão presentes até hoje nas câmeras digitais usadas por civis do mundo todo.
 Coca-Cola
 O farmacêutico John Pemberton, veterano da Guerra Civil dos Estados Unidos, criou um xarope feito de nozes de cola e folhas de coca. Ele recomendou seu remédio para problemas digestivos e para garantir mais energia. Logo, ele passou a produzir sua bebida em larga escala, mas vendeu as ações da empresa. Os novos donos começaram a produzir "Coca-Cola" com folhas de coca livres da substância que dá origem à cocaína.


 Vestido preto

 Até os anos 20 do século passado, roupas pretas eram usadas tanto por homens quanto mulheres para expressar luto, e esse período levava no mínimo 2 anos. Mas em 1926, Coco Chanel criou, em memória de seu amado, o famoso vestido preto "Ford de Chanel". Primeiro, ele caiu nas graças das estrelas de cinema. Mas não demorou para que se tornasse popular no mundo inteiro.


 Karaokê

O japonês Daisuke Inoue, baterista de uma banda de rock, começou a tocar música para os clientes que queriam cantar durante pausas nas apresentações do grupo. Um dia em que não poderia comparecer, ele entregou aos outros integrantes uma fita cassete com a base musical de suas músicas. E, em 1971, inventou um aparelho que reproduzia músicas sem os vocais. Enquanto os músicos descansavam, o público soltava a voz. Arigatô, Daisuke-Sam!!!


 Massinha de modelar

Inicialmente, esta substância era usada para limpar o papel de parede em casas com chaminés, que acumulavam fuligem nas paredes. Mas logo surgiu o papel de parede com vinil, que era facilmente limpo com uma esponja. Assim, o invento perdeu seu valor. No entanto, uma parente do inventor, que trabalhava como professor de jardim de infância, deu o material para que as crianças modelassem. Elas ficaram encantadas! Em seguida, o elemento detergente foi eliminado da fórmula e foram acrescentados corantes.


 Esteira para exercícios

O protótipo da primeira esteira de exercícios foi criado por William Staub em 1817 para castigar presos e, ao mesmo tempo, moer grãos em um moinho. Os detentos seguravam numa barra e precisavam andar constantemente para que o mecanismo funcionasse.


 Papel adesivo para recados

Spencer Silver vinha trabalhando numa substância pegajosa. Mas a cola não era suficientemente forte, e os objetos se soltavam com facilidade. Foi quando seu colega Art Fry testou aplicar a substância nos separadores que sempre caíam de seus livros de oração. Após algum tempo, surgiu o papel adesivo para recados, muito popular atualmente no mundo inteiro.


 Salto alto

No Antigo Egito, saltos altos eram símbolos da nobreza: os nobres usavam este tipo de calçado para rituais religiosos. Eram usados tanto por homens quanto mulheres. O objeto era usado também por guerreiros da Pérsia: os saltos ajudavam a manter a estabilidade enquanto disparavam flechas. Na Europa medieval, os saltos altos eram privilégio dos aristocratas, mas após algum tempo tornou-se mais popular. Já no século 20, foi criado o famoso salto agulha.


 Plástico-bolha

O famoso plástico-bolha foi criado pelos engenheiros Alfred Fielding e Marc Chavannes, em 1957. Inicialmente, eles estavam tentando criar papel de parede em plástico tridimensional. E ainda que a ideia não tenha feito sucesso, eles descobriram um material que podia ser usado para embalar. Eles patentearam o Bubble Wrap, que tornou-se indispensável em vários segmentos.


 Travesseiro

Na Mesopotâmia, eram usados suportes duros para a cabeça para se proteger de insetos rastejantes, da água e para manter o penteado. Na China Antiga, acreditava-se que travesseiros macios não tinham nenhuma utilidade, enquanto os travesseiros duros de bambu, jade, porcelana, madeira e bronze dariam força e protegeriam contra demônios.


 Vaselina

No fim do século 19, trabalhadores da indústria petroquímica lutavam constantemente contra a substância pastosa que ficava acumulada nas tubulações das bombas. O químico inglês Robert Chesebrough pegou amostras daquela "gelatina de petróleo", estudou e descobriu que ela tinha propriedades saudáveis. Na época, o produto tinha várias utilidades: desde a cicatrização de feridas até a limpeza de tapetes.


 Molas infantis

Essas molas, tão populares entre as crianças de hoje, não foram criadas para elas. Um dia, Richard James trabalhava num dispositivo para compensar a vibração dos aparelhos durante tempestades. Foi quando uma mola caiu e começou a se mover pela sala. Rapidamente, surgiam nas lojas as molas infantis com o nome de "Slinky". A empresa James Spring & Wire Company vendeu 300 milhões destes brinquedos desde então.


 Saquinhos de chá

Em 1904, Thomas Sullivan, um vendedor de chá em Nova York, decidiu vender o produto da maneira mais eficiente: em saquinhos de seda. E cada cliente resolveu usar a novidade à sua própria maneira: eles não tiravam as folhas de chá do saquinho, mas mergulhavam tudo na água quente. Como resultado, as vendas dispararam e a ideia foi desenvolvida.


 Listerine

Os irmãos Johnson, em 1879, criaram este antisséptico para desinfetar ferramentas de trabalho dos cirurgiões. Aliás, o nome do produto se originou no cirurgião Joseph Lister. Mas as pessoas passaram a usar o líquido com vários fins: para o cuidado de feridas, higiene bucal, contra caspa e fungos e como desodorante. O produto tornou-se popular em 1920, depois do comercial de “Listerine“ ser publicado nas revistas da época. No cartaz, uma jovem dava as costas ao namorado com mau hálito e se perguntava: ”Posso ser feliz com ele apesar disto?".


 Viagra

A empresa Pfizer trabalhava na criação de um remédio contra doenças cardíacas. Só que, após testes clínicos, descobriu-se que aquele medicamento era inútil para tal objetivo. No entanto, durante os experimentos, foi detectado um efeito colateral surpreendente: a substância aumentava a circulação sanguínea na área genital. E assim surgia o famoso remédio contra a disfunção erétil.


 Micro-ondas

Poucos sabem, mas o micro-ondas não foi inventado de propósito. Um belo dia, o engenheiro da empresa Raytheon, chamado Percy Spencer, testava um equipamento para radares e percebeu que as ondas derreteram o chocolate que havia em seu bolso. Percy não pensou duas vezes e colocou grãos de milho sobre o aparelho e, rapidamente, eles começaram a virar pipoca.
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