30 curiosidades e informações sobre a AIDS



A AIDS já matou mais de 25 milhões de pessoas no mundo todo. Confira agora 30 curiosidades e informações sobre a doença:


A sigla em inglês AIDS significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Detalhe: os portugueses utilizam a sigla SIDA. 


A AIDS é o estágio final da doença provocada pelo vírus HIV, que destrói o sistema imunológico da pessoa, tornando-a vulnerável a infecções por fungos, bactérias, parasitas e diversos tipos de vírus, além de algumas formas de câncer. 


O HIV pode ser encontrado nas lágrimas, na saliva, no sangue, no sêmen, no leite materno e em diversas secreções produzidas pelo corpo. Ele, porém, só é transmitido pelo sangue, sêmen, líquido que sai do p&nis antes da ejaculação, secreções v@ginais e leite materno. 


Hoje em dia, a forma predominante de contágio é por via heterossexual (tanto homens quanto mulheres). Entre os homens, a segunda principal forma de contaminação é homossexual. 


O tratamento contra a AIDS atinge de 60 a 79% dos infectados pelo HIV no Brasil. Os países com os maiores percentuais de infectados que recebem antirretrovirais são: Cuba, Argentina, Brasil, África do Sul e China. 


Carga viral é o exame que possibilita detectar a quantidade de HIV no indivíduo contaminado pelo vírus. É possível fazer exame de carga viral no líquido v@ginal e no sêmen. 


A melhor forma de prevenção ainda é o sex0 seguro (com o uso de preservativo).


Os sintomas iniciais da AIDS são tão leves que muitas vezes são confundidos com um mal-estar passageiro. Os mais comuns são dores de garganta, dor de cabeça, ínguas, dores musculares, manchas na pele, febre constante e calafrios. Eles aparecem de 4 a 6 semanas após a infecção. 


Na fase mais aguda da doença, que ocorre anos depois da pessoa ser infectada, aparecem as infecções oportunistas como pneumonia, tuberculose, candidíase e toxoplasmose, entre outras. 


O Dia Internacional de Luta Contra a AIDS – que ocorre em primeiro de dezembro – foi instituído em 1 998 pela OMS (Organização Mundial da Saúde). 


A OMS estima que 25 milhões de pessoas em todo o mundo morreram de AIDS desde o início da epidemia. 


O número de pessoas que convivem com o vírus da AIDS era de 35 milhões de pessoas em 2013. 


O continente com maior número de infectados é a África. Estima-se que 22 milhões de africanos esteja com o vírus. Sete em cada 10 novos casos de infecção pelo HIV são registrados na África. 


Acredite se quiser, mas 25% da população de Botsuana e Suazilândia sofre de AIDS. Na África do Sul, Zimbábue e Lesoto esse número é um pouco menor: “apenas” 20% da população.


Mais de 240 mil crianças nasceram com AIDS no ano de 2 013, a maioria (88%) no continente africano. 


A AIDS é atualmente a sexta causa de morte de adultos entre 25 e 44 anos nos Estados Unidos. Em 1 995 era a primeira. 


Os maiores focos de crescimento da AIDS atualmente estão no Leste Europeu e Ásia Central. Durante a última década (2 000 a 2 010), o número de infectados nessas regiões aumentou 250%. 


As mulheres representam 1/3 dos infectados pelo vírus da AIDS atualmente. 


De 1980 a 2010, foram registrados 608 230 casos de AIDS no Brasil. 


Desde o início da epidemia, foram registradas 205 409 mortes em decorrência da AIDS no Brasil. 


A região com maior número de notificações de AIDS no Brasil é o Sudeste, com 60% dos casos. Em seguida aparecem o Sul (18%), Nordeste (12%), Centro-Oeste (6%) e Norte (4%). 


A AIDS mata 8,6 pessoas por dia no estado de São Paulo. Desde o início da epidemia até junho de 2011 foram registrados mais de 212 000 casos da doença no estado. 


Calcula-se que 300 mil brasileiros sejam portadores do HIV e não saibam disso. 


Personalidades vítimas da doença: Michel Foucalt (filósofo), Sandra Bréa (atriz e dançarina), Freddie Mercury (cantor), Renato Russo (cantor), Rock Hudson (ator), Cazuza (cantor e compositir), Henfil (cartunista), Keith Haring (artista plástico), Fela Kuti (cantor), Isaac Asimov (escritor), Lauro Corona (ator), Betinho (sociólogo e ativista).


A ideia de que a AIDS é atualmente uma doença curável se alastrou de maneira alarmante entre os jovens. Cabe aqui, portanto, lembrar que ela é uma doença tratável, não curável. O tratamento exige acompanhamento médico constante. O paciente deve tomar um coquetel de medicamentos para o resto da vida. São 19 tipos de drogas, cuja dosagem vária de acordo com o estágio da doença. Elas causam efeitos colaterais fortíssimos, como náuseas, vômitos, diarreias, insônias e deformações no corpo. 


Ainda que a AIDS fosse uma doença curável, os médicos recomendariam o uso constante de preservativo. Ele ajuda a evitar uma série de doenças, a saber: hepatite, cancro, gonorreia, sífilis, herpes genital, tricomoníase, doença inflamatória pélvica, infecções pelo vírus HTLV e infecções por HPV.


Um casal sorodiscordante pode ter filhos
Existem situações de casais em que um dos cônjuges é portador do vírus e o outro não. Nessa hora, é complicada a situação dos dois, principalmente quando há o desejo de ter filhos, pois o risco da gravidez está aliada a uma situação mais grave ainda: o sexo sem camisinha. Mesmo com a proteção oferecida pela camisinha, há a possibilidade de uma mulher soropositiva abra mão do método e engravide de um companheiro saudável sem infectá-lo durante a relação. Também há a possibilidade que a mãe soropositiva não infecte o bebê, para isso, basta receber um acompanhamento médico e tomar antirretrovirais durante todo o período da gravidez.

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